Jornalista e Historiador
Jornalista, Historiador e especializado em direitos humanos e políticas públicas. Membro do MNLM há 10 anos.
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A crise energética em Cuba, impulsionada por sanções dos EUA e a retirada de apoio venezuelano, coloca em xeque a soberania do país e a eficácia do Direito Internacional.
Durante os últimos anos vivenciamos no âmbito da política urbana e de produção habitacional diversos aspectos das constantes crises do sistema capitalista de produção.
Liderado pelo presidente da MSC, o embaixador Christoph Heusgen, o evento reuniu centenas de tomadores de decisão e líderes de opinião de diversas regiões do mundo, incluindo mais de 40 chefes de Estado e de governo, com o objetivo de debater os desafios da política de segurança global.
Análise crítica sobre os ataques da mídia hegemônica à proposta de redução da jornada de trabalho e o discurso econômico que busca manter o status quo em detrimento dos direitos trabalhista.
Uma análise sobre a Proposta de Emenda à Constituição que busca centralizar a segurança pública, seus riscos de reforçar a repressão e o jogo político em torno da autonomia estadual.
A nova estratégia dos EUA sob Trump converte a América Latina em zona de intervenção...
No cenário atual de fortalecimento dos movimentos populares de esquerda, impulsionado, em parte, pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que alavancou políticas públicas como a retomada do Minha Casa, Minha Vida e do PAC, entre outros programas que estavam estagnados desde a gestão anterior, vivemos um momento crucial. No entanto, esse avanço não deve ser encarado com vaidade pelas lideranças, ao ponto de se colocarem em um pedestal.
A superação da fragmentação administrativa no Brasil exige um novo pacto federativo que reconheça as interdependências territoriais, especialmente porque os problemas urbanos não se limitam às fronteiras municipais.
A mobilidade urbana eficiente é o reflexo de uma cidade verdadeiramente democrática, exigindo priorização do transporte coletivo e políticas de proximidade para aproximar destinos em vez de vencer distâncias.
O saneamento ambiental moderno precisa dialogar com as problemáticas do presente, sendo o reflexo mais nítido da nossa desigualdade social e exigindo distinção crítica entre contextos urbanos e rurais.