Coordenador Estadual
Coordenador MNLM Sergipe
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O discurso dominante sobre sustentabilidade no século XXI tem sido cuidadosamente polido para caber em relatórios corporativos, agendas multilaterais e campanhas institucionais, no entanto, devemos considerar que não existe sustentabilidade real onde o trabalho é precarizado e as desigualdades sociais são tratadas como externalidades aceitáveis.
O desenvolvimento urbano, frequentemente celebrado como símbolo de progresso, esconde em suas entranhas uma contradição estrutural, quando finalmente chegamos à conclusão de que quanto mais sofisticadas se tornam as cidades, mais profundas parecem ser as fissuras sociais que as atravessam.
A Campanha da Fraternidade 2026 e o Desafio de Radicalizar o Debate sobre a Reforma Urbana.
Assentar famílias sem garantir acesso contínuo a políticas estruturantes é, na prática, institucionalizar a precariedade.
As prerrogativas do G20 têm reforçado a necessidade de descarbonização das economias, com metas cada vez mais rigorosas de redução de emissões, no entanto, há um ponto crítico que precisa ser enfrentado sem retórica
O Colapso Violento nas Periferias Rurais e Suburbanas Diante da Crise Climática
A estrutura agrária brasileira é resultado de um processo histórico marcado por concentração fundiária, exclusão social e uso estratégico do território como instrumento de poder, onde suas raízes remontam ao período colonial
A retórica das cidades inteligentes esbarra na ausência do básico nas periferias.
A falta de saneamento básico é uma violência estrutural, trazendo impactos negativos para toda a sociedade, considerando que ela não apenas compromete a saúde, mas também corrói a autoestima, limita oportunidades, e perpetua desigualdades.